ESEC da Mata Preta
SC

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chimango
Juliano Oliveira
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choquinha-carijó
João Vitor Andriola

primeiros registros sonoros

azulão
Antonio Correia Junior
barulhento
Antonio Correia Junior
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Antonio Correia Junior
choca-de-chapéu-vermelho
Antonio Correia Junior
enferrujado
Antonio Correia Junior
Áreas de Observação

Estação Ecológica da Mata Preta

A Estação Ecológica (ESEC) da Mata Preta é uma unidade de conservação de proteção integral localizada no oeste de Santa Catarina, no município de Abelardo Luz, com área total de 6.565,70 ha. Foi criada por decreto presidencial em 19 de outubro de 2005 para proteger três fragmentos de Floresta Ombrófila Mista remanescentes na região. Dentre os objetivos da ESEC da Mata Preta estão a preservação dos ecossistemas naturais remanescentes e o desenvolvimento de pesquisas científicas e de atividades de educação ambiental. A administração da ESEC da Mata Preta é feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

História

A Estação Ecológica da Mata Preta está inserida numa região de intensa pressão de exploração florestal e expansão de culturas agrícolas. Seus três fragmentos florestais, mesmo com sinais variáveis de interferência antrópica, são as últimas manchas de vegetação original nesse município e região, o que definiu a criação de uma unidade de conservação de proteção integral. O Probio identificou os remanescentes de Floresta Ombrófila Mista da região de Abelardo Luz como área de importância biológica “extremamente alta”, cabendo a indicação de uma unidade de conservação de proteção integral. As características da área proposta justificam essa indicação: 1. Três grandes fragmentos muito próximos e com grande possibilidade de conexão; 2. Num dos fragmentos registra-se predominância da araucária (Araucaria angustifolia) no estrato superior da floresta, formação designada popularmente como “mata preta”, paisagem hoje já muito rara na Floresta com Araucária; 3. Ocorrência de espécies ameaçadas de extinção; 4. Região sob intensa pressão de exploração florestal e ocupação agrícola. A ESEC é formada por três fragmentos muito próximos e com grande possibilidade de conexão. Um desses fragmentos ainda abriga uma população considerável de pinheiros (Araucaria angustifolia), bem como de outras espécies ameaçadas de extinção como a imbuia(Ocotea porosa) e o xaxim (Dicksonia sellowiana). As informações sobre a fauna ocorrente na UC ainda são preliminares, provenientes de informações produzidas pelo monitoramento de fauna e de entrevistas feitas entre a população do entorno para elaboração do PCA – Plano de Ação para Conservação da Estação Ecológica Mata Preta. O monitoramento de fauna tem registrado, desde 2009, atropelamentos, avistamentos e vestígios de presença de fauna. A partir dos dados coletados, foi coligida uma lista preliminar de espécies ocorrentes na ESEC Mata Preta e entorno, com registro de 34 espécies de mamíferos, 108 espécies de aves, 10 espécies de répteis e três de anfíbios.

Infra-estrutura

A visitação na ESEC da Mata Preta só é permitida para atividades de educação ambiental e pesquisa científica. A unidade de conservação ainda não possui alojamentos e infra-estrutura instalada.

Últimos registros fotográficos

Últimos registros sonoros

Referências

1. DECRETO DE 19 DE OUTUBRO DE 2005. Presidência da República - Casa Civil- Subchefia para Assuntos Jurídicos (19 de outubro de 2005). 2. Ministério do Meio Ambiente. Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira. Brasília: MMA, 2007. 3. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Processo de Criação da Estação Ecológica da Mata Preta no Estado de Santa Catarina. Brasília, 2005. 4. ICMBio e APREMAVI. Plano de Ação para Conservação da Estação Ecológica Mata Preta. Curitiba, 2009. 5. Correia Jr. A. A & Corrêa F. M. Monitoramento de Fauna Atropelada como Subsídio para Ações de Gestão na Estação Ecológica Mata Preta, Santa Catarina, Brasil. Anais do VII Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. Fundação O Boticário, 2012 6. ICMBio. Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais. Brasília, 2011.